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Oficina debate sobre o potencial das frutas nativas da região

Ao final das palestras, em uma parte prática da oficina, foram produzidos pratos diferentes utilizando como base as frutas nativas da região serrana

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A oficina “Potencial das frutas da Mata Atlântica”, que faz parte da programação do Mês do Meio Ambiente, foi realizada neste sábado (24) pela manhã, no Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), com a participação de 160 participantes, lotando o auditório da instituição. O público foi formado por acadêmicos de vários cursos, produtores rurais, a comunidade em geral e proprietários de restaurantes em Lages.

Primeiro, na parte teórica, foi realizada uma palestra sobre os “Desafios da produção frutífera nativa para fins comerciais”, tendo como palestrante o professor Dr. Roberto Komatsu, que atua no IFSC de Lages, focando neste tema durante suas aulas. Ele falou sobre como cultivar melhor e trabalhar comercialmente estas espécies, incrementando a renda da população, principalmente no meio rural.

Outra palestra abordou sobre as frutas nativas utilizadas na gastronomia serrana, com a palestrante e professora Fabiana Amaral, do IFSC de Florianópolis. Ela trouxe para a oficina em Lages seus alunos do curso de gastronomia, na capital. Ao final, em uma parte prática da oficina, foram produzidos pratos diferentes utilizando como base as frutas nativas da região serrana.

Os participantes elaboraram alguns pratos utilizando as frutas exóticas, típicas de regiões frias. Entre as iguarias, o ketchup de araçá e o Chutney de goiaba serrana, canapé de pão de milho com marcela e queijo serrano, pão de erva mate, entre outros pratos salgados, como entradas, e também sobremesas feitas com goiaba.

A degustação foi realizada ao final das palestras, no horário do meio-dia, quando todos os participantes puderam provar um pouquinho das delícias que podem ser produzidas a partir de frutas mais exóticas. Neste momento, um grupo musical alegrou o ambiente com músicas tradicionalistas. “Tivemos um público bem diversificado, tornando a oficina muito interessante, atendendo a interesses diferentes, desde a comercialização das frutas in natura, como os produtos gastronômicos feitos através desta matéria prima”, diz uma das organizadoras, Michelle Pelozato.

Acadêmicos de Direito Unifacvest realizaram Júri Simulado

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Nesta semana, o curso de Direito do Centro Universitário Unifacvest realizou um júri simulado no teatro da instituição. As turmas montaram um tribunal fictício para julgar um crime baseado em fatos reais. Os acadêmicos providenciaram vestimentas e adereços, e criaram os personagens.O cenário incluiu juiz, assessor, réu, advogado, promotor, oficial de justiça, jurados, testemunhas e força policial.

A atividade serviu para aproximar os acadêmicos da prática do Direito. “Foi uma experiência muito positiva. O júri simulado nos ajudou a entender o funcionamento de um júri real”, diz o acadêmico da 7ª fase, Gustavo Perosa, que fez o papel de juiz.  

 

 

Diretora de Trânsito é denunciada no ministério Público por usurpação de função pública

Na tarde desta terça-feira, 27, foi denunciada no Ministério Público de Lages, a Diretora de Trânsito da Prefeitura Municipal de Lages, Soraya de Cássia Ramos Figueiredo. A denúncia consta que no dia 10 de junho de 2017, por volta das 17hs, na Avenida Luiz de Camões, em frente ao CRAS II, foi apreendido um veículo VW Pólo placas LZP-9683 de Lages, que estava estacionado em lugar proibido, além disso o possante estava com débito de licenciamento.

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A caranga foi rebocada para o  pátio do guincho conveniado. O que chamou atenção conforme a denúncia, foi que a diretora, por telefone e via       email, solicitou ao pátio do guincho conveniado a liberação do veículo, dizendo que ela se responsabilizaria pelo carro que foi liberado. Segundo a denúncia, a diretora não tem autonomia para liberação de veículos, e por isso deve responder pelo crime de usurpação de função pública, pois quem pode liberar veículos apreendidos em Lages, é somente a Polícia Civil. O veículo possui uma ficha corrida de multa que é de dar inveja a qualquer piloto de formula 1. A pergunta é : porquê o guincho liberou o veículo sem os tramites legais?

O mais engraçado é que depois da maracutaia descoberta, o veículo voltou para o pátio do guincho num passe de mágica.

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Câmara homenageia professor da Emeb Fausta Rath por participação em intercambio nos EUA

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Na sessão de segunda-feira (26), o professor de inglês Rodrigo Ogliari foi homenageado no Legislativo Lageano pela participação no programa Internacional de Líderes em Educação - International Leaders in Education (Ilep), entre janeiro e maio deste ano nos Estados Unidos.  A proponente, vereadora Aida Hoffer (PSD), fez a entrega de um certificado de “Homenagem Especial” ao professor da Escola Municipal de Educação Básica Fausta Rath.

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O homenageado foi um dos sete professores brasileiros, sendo o único catarinense e um dos 64 selecionados em todo o mundo pelo Departamento de Estado Norte Americano para os “Líderes Internacionais em Educação 2017”. Ele participou de cursos e estágios em instituições de ensino da cidade de Kent, no estado de Ohio. Depois de cinco meses de intercâmbio, todo o conhecimento e experiências adquiridas estão sendo aplicadas a serviço da rede municipal de ensino, o qual é professor efetivo desde 2012.

Soluções para a criminalidade em Lages são apontadas em audiência pública da Câmara

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Uma audiência pública tem o objetivo de ouvir vereadores, autoridades e a população em geral sobre um tema específico e do resultado dos debates serem apresentadas soluções para o problema. Desta forma, transcorreu a reunião realizada pela Câmara de Vereadores de Lages na ultima sexta (26), no qual a criminalidade no município foi o tema das discussões. A sessão foi proposta pelo vereador Vone Scheuermann (PMDB) e referendada pelos demais representantes do povo no Legislativo.

Diferentes vozes se manifestaram e caminhos diversos visando a solução do problema foram apresentados como a atualização e endurecimento do Código Penal, um maior envolvimento da população com o cuidado pela segurança, de seus vizinhos e do patrimônio público, o fortalecimento das ações de conscientização e controle do espaço público (câmeras de videomonitoramento) desenvolvidas pela polícia, o reforço no pedido às autoridades estaduais e federais pelo reaparelhamento da força policial civil e militar, tanto no efetivo profissional quanto nos equipamentos para a execução dos serviços, criação de uma guarda pública treinada, entre outros.

Primeiro a falar na sessão, o vereador Vone citou os recentes casos de assassinatos que chocaram a comunidade lageana, como a morte dos comerciantes Jó Momm e José Godinho. “Esta audiência serve para criar um documento para que nossos deputados modifiquem o código penal. A polícia prende, faz seu papel, mas logo estes bandidos estão na rua. Estão precisamos pressionar nossos deputados e senadores, porque este projeto já tramita em Brasília, mas a gente sabe que quando eles querem que um projeto seja aprovado, eles agem mais rápido. (...) Tenho certeza que se mudar nossas leis e investir mais em nossas famílias e sociedade, cobrar mais dos pais, nós vamos melhorar esta situação”, enfatizou o autor da audiência.

Presidente da Câmara de Lages e da mesa de autoridades na sessão, Aida Hoffer (PSD) disse que os vereadores vão se comprometer a criar uma comissão parlamentar de estudos, com a participação dos responsáveis pela segurança pública em Lages, para que a Casa Legislativa contribua para viabilizar as demandas apresentadas. “Tivemos valiosas contribuições aqui, mas não podemos parar por aqui, pois precisamos ser mais efetivos e dar a resposta que a sociedade espera”, destacou.

         População apresenta alternativas para tornar a sociedade mais segura

Representante da União dos Negros pela Liberdade (Unegro) em Lages, Edson Athayde da Silva falou que a questão da violência precisa ser relativizada, pois especialmente o jovem negro sofre mais com a violência. “A necessidade maior é a de melhorar a condição escolar e condição familiar, pois assim que se pode resolver a questão dos crimes na região de Lages. O que ocorre são situações de ocasião, pontuais, então é preciso cuidado para elaborar alguma coisa”.

Vice-presidente do bairro Centenário, Élvio da Silva acha que a legislação precisa ser alterada, como no caso do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), até para que os pais possam exercer mais autoridades para com seus filhos. “A gente combate a criminalidade em casa, mas como vamos ter domínio sobre os filhos sem autoridade, precisamos achar mecanismos para mudar isso para que as pessoas no futuro tenham caráter”, comenta.

            Betão Fernandes disse que a polícia local é um exemplo para todo o país e concordou que a legislação precisa ser mais dura com os bandidos. “Vem a policia, investiga, prende, mas no outro dia o bandido está na rua rindo da cara das pessoas. Os bandidos também estão muito bem equipados, armados, tanto com armas quanto na logística, esta situação precisa mudar”.

            Morador do bairro Popular, Carlos Alberto Wolff de Matos discorreu sobre o recente assassinato que aconteceu em uma padaria do bairro e que mexeu com a vida de toda a comunidade. “Uma vida tem que representar mais para alguém. Aquele cidadão representa mais para sua família, hoje passo lá e vejo a família sentindo saudade por conta deste momento trágico. Mobilizamos a comunidade e logo na semana seguinte foi feito um ato comunitário pela segurança no Jones Minosso, esta percepção de insegurança a gente já via nas esquinas, mas naquele espaço nos vimos claramente o quanto a sociedade precisa de segurança, ver seus filhos irem pra escola e voltarem sãos, voltar do trabalho e ver seus bens intactos”.

Presidente da associação de moradores do bairro Guarujá, Luis Alves Borges disse que a audiência é uma iniciativa extremamente importante. "Precisamos de alternativas e de outras formas para atender a segurança no nosso bairro. O videomonitoramento é extremamente importante, muitas ruas que têm este sistema já se inibe a ação destes criminosos. (...) Todos os dias temos relatos de criminalidade em nosso bairro, depois que o Guarujá perdeu o posto de polícia, parece que a coisa desandou, perdemos a sensação de segurança, estamos à mercê de qualquer um. Temos que tomar providências para ontem", destacou.

Também integrante da associação do bairro Guarujá, Haroldo Alves de Lima pede que a população participe mais da segurança pública. "Empresários e as pessoas do bairro podem se unir para contratar segurança privada, já vemos isso acontecer em outras cidades e dá certo. Esta Câmara e a Prefeitura podem trazer a ideia de uma guarda municipal, talvez desarmada em um primeiro instante, mas a gente sabe que mesmo assim ela surte efeito, especialmente no período noturno. É necessário um incremento no Orçamento para que seja criada esta guarda, que diminui de maneira efetiva os números de furtos, de tráfico e que reforça o trabalho da polícia militar", explica.

Assessor parlamentar do deputado Fernando Coruja, Juarez Mattos comenta que os relatos que ouviu também são os de muitos municípios. "O problema quando passa pela polícia militar e civil é bem resolvido, atua rápido, mas temos que trabalhar na prevenção. Ainda bem que temos os Proerd’s, pois senão seria bem pior o que aconteceria com esta geração que está aí".

Do bairro Universitário, Liege Lorena falou sobre um terreno baldio que está sendo local de esconderijo de marginais para roubos e assaltos às pessoas. "Até chamar a polícia, eles correm pra dentro de um valo, eles têm os macetes pra se esconder. Fica entre a avenida Caraha e a rua Lauro Vieira de Lima. Outro ponto perigoso é o antigo kartódromo, um esconderijo perigosíssimo, onde os bandidos ficam espionando as pessoas, que correm muitos riscos", aponta ela.

Polícia Militar tem feito sua parte pela segurança das pessoas

            Quem também marcou presença na audiência foi o comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Alfredo Nogueira. Ele apresentou as ações que a PM tem realizado no município, por exemplo, a Rede de Vizinhos. Criada em outubro de 2016, a iniciativa já possui mais de mil integrantes divididos em 11 grupos. Através de smartphones, por meio de um Observatório de Segurança Comunitária, a polícia controla em tempo real as informações repassadas pela comunidade e direciona uma equipe até os locais, se necessário.

Em 2017 foi implantada a Rede de Segurança Escolar em 19 educandários públicos, atingindo mais de dez mil alunos, resgatando vários ambientes escolares de maneira mais segura, saudável e de responsabilidade. Outro destaque no campo da prevenção é o Proerd, um projeto que teve início em Lages em 1998 e já formou, somente no município, mais de 80 mil alunos ao longo de quase 20 anos.

Já o 190 dá a pronta-resposta as demandas da sociedade. Só neste ano foram 110 mil ligações, numa média de 611 por dia. De flagrantes foram 3.978 em 2017, sendo três prisões por dia, 39 armas de fogo retiradas de circulação e 12 quilos de maconha apreendidos somente pela PM. Da mesma forma, a Patrulha Rural tem atuado no interior, com o patrulhamento ostensivo e a ajuda da própria comunidade para se evitar roubos e furtos.

            Nogueira afirma que mais importante que a repressão é a prevenção e a responsabilidade social. Além das ações nas escolas, a PM oferece o programa Vivendo com Música, no qual 25 jovens recebem aulas de teoria musical e disciplina com integrantes da banda da PM. “Não vamos salvar o mundo, mas este projeto de interação com a comunidade é muito importante para uma mudança no aspecto social”, destaca.

            O comandante lembrou que a comunidade pode ajudar ainda mais a PM, que necessita da renovação da frota e de um aparato mais eficiente para atuar pelo bem da sociedade. A Câmara de Lages, inclusive, aprovou em 2016 um projeto de lei que permite doações voluntárias da população à polícia militar diretamente na conta de água fornecida pela Semasa. “A Policia Militar é feita por pessoas de bem que querem o bem das pessoas”, finalizou Alfredo Nogueira.

                       Mais estrutura, educação e cultura às comunidades como forma de mudar o cenário da criminalidade

            Delegado de polícia em Lages, Marcio Schultz disse que o trabalho feito pelas polícias é sobre a consequência dos atos, mas ressalta que há a necessidade de mudar isso com o investimento em questões educacionais e culturais. “Não acredito que a situação vai mudar com endurecimento da lei e repressão policial, mas com uma mudança de consciência cultural coletivo, do processo educacional”.

Ele lembra que a Assembleia Legislativa visitou vários municípios em 2012, fazendo um levantamento da situação de violência no estado. Ele sugeriu que a Câmara envie questionamentos à Alesc sobre os resultados daqueles estudos. “Também se poderia propor a profissionais de nossas universidades, estudos a serem feitos para minimizar esta situação. Será um trabalho para o futuro em que pese nosso desejo de resolver a situação do agora”, ressalta.

Também delegado e conselheiro de Segurança Institucional no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, Ronaldo Neckel Moretto citou diferentes estudos de pesquisa que apresentam como segunda maior preocupação da sociedade a segurança pública. “Este é o primeiro passo, cada um de nós devemos ter a possibilidade de debater este tema, mas a segurança tem um caráter multidisciplinar, e só com isso podemos revolucionar nossa sociedade. Lages precisa de um plano de segurança pública, com metas claras, também o precisam o estado e o país”, afirmou.

Já a delegada regional de Polícia Civil, Luciana Rodermel reforçou o desejo de que os encaminhamentos apresentados na sessão se tornem uma realidade, com ações perenes, que cheguem a um resultado prático. “Precisamos que a sociedade como um todo cuide do que o seu, do que é do outro e o que é de todos, assim de faz a segurança pública”.

Além de pedir que os vereadores conclamem as autoridades políticas estaduais e federais para reforçar tanto a PM quanto a polícia civil, Rodermel acredita que o poder público precisa dar mais estrutura aos locais mais fragilizados de nossa cidade, pois, segundo ela, quando a comunidade ocupa os espaços públicos, os índices de violência diminuem. “Locais que conseguiram mais estrutura, seja uma rua com pavimentação ou um novo espaço público como um posto de saúde, creche, escola, são ocupados pela população, a realidade do local muda e se diminui a criminalidade. O olhar público à população é que traz o resgate da sensação de segurança mais do que uma mudança de legislação ou a repressão policial”

Último dos integrantes da mesa a se manifestar, o promotor de Justiça, George Franzoni Gil reforçou a necessidade de a vítima ser a parte mais importante de qualquer processo referente à questão da segurança, com mais atenção por parte de promotores e juízes ao que este tem a manifestar. Da mesma forma, ele entende que o cidadão deve ser o foco das atenções da segurança pública e elogiou iniciativas como a Rede de Vizinhos, que aproxima a população dos poderes instituídos. Aos vereadores, sugeriu encaminhamentos aos órgãos de segurança estaduais e aos deputados sobre o endurecimento de pena, a revitalização da progressão do regime e a necessidade premente de novos presídios, pois, para ele, a prevenção e a repressão precisam andar lado a lado para funcionar de forma mais efetiva.

Vandalismo prejudica manutenção da iluminação pública

A maior parte das ocorrências são depredações e pessoas que usam armas de fogo para danificar os postes

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O perímetro urbano de Lages conta com aproximadamente 23 mil pontos de iluminação pública que dependem de manutenção constante por parte da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente. O trabalho é diário e intenso, contando com uma equipe especializada no setor, mas tem sido bastante prejudicado com os casos de vandalismo, que se tornaram rotineiros nos bairros.

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Toda semana há denúncias e chamados por parte dos moradores, pois vândalos acabam danificando as estruturas da iluminação, deixando diversas vezes ruas inteiras no escuro. A maior parte das ocorrências são depredações e pessoas que usam armas de fogo para danificar os postes, propositalmente. As chamadas bandejas, que protegem as lâmpadas, ficam totalmente perfuradas, e muitas vezes até mesmo os reatores são danificados. O caso mais recente foi no bairro Santa Mônica, deixando parte das ruas do bairro às escuras.Há também casos de incidência de raios durante os temporais, que atingem os postes, ou então ventos que causam curtos circuitos nos fios, queimando os reatores. Todas estas peças precisam ser substituídas, dando prejuízo aos cofres públicos. São lâmpadas à vapor de sódio, outras à vapor de mercúrio, ou mais modernas, de LED, além de reatores e bandejas de proteção.Os valores variam entre R$50 até mais de R$200 cada peça. Duas equipes técnicas fazem manutenção em 40 pontos diferentes todos os dias, espalhados pela cidade. A estimativa é de que são gastos aproximadamente R$80 mil mensais com a manutenção da iluminação pública em Lages.De acordo com o secretário do Meio Ambiente, Euclides Mecabô (Tchá-Tchá), cerca de 10% desse valor é devido a atos de vandalismo. “Fazemos um apelo à população para que nos ajudem a monitorar e a denunciar os vândalos, pois isso é crime e cabe investigação policial. Todos precisam estar comprometidos a preservar o patrimônio público, pois são recursos provenientes de impostos que são desperdiçados”, diz o secretário.O setor de Iluminação Pública da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente conta com um número específico para a comunidade, sendo o 3221-1606.

 

Fotos: Toninho Vieira

Comunidade do Vila Esperança contemplada com a primeira Colheita Feliz

O projeto ganha mais em importância pela possibilidade do efeito multiplicador que representa na comunidade

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O projeto Colheita Feliz, da Secretaria Municipal da Agricultura e Pesca, foi lançado oficialmente na manhã desta terça-feira (27), em área ao lado da Cozinha Comunitária Rolde Romeu Rosar, no loteamento Vila Esperança. O lançamento do projeto, que contou com a presença do prefeito Antonio Ceron; do vice, Juliano Polese, e do secretário da Agricultura e Pesca, Osvaldo Uncini, além de vereadores, demais autoridades e lideranças comunitárias, foi oficializado somente agora, pois, por conta das chuvas, acabou sendo prejudicado, e a horta teve de ser refeita.

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A proposta do Colheita Feliz é estimular mais pessoas a cultivarem suas próprias hortas, seja em casa, na escola, ou em espaços coletivos, em que associações de moradores, por exemplo, possam se engajar neste projeto comunitário. Trata-se de um projeto simples, porém, segundo o prefeito, importante na mesa dos lageanos, e que pode ser multiplicado, a partir deste modelo inicial. “Além da facilidade na produção de verduras, ajuda o meio ambiente com o uso de pneus que seriam inservíveis”, lembrou Ceron.

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Conforme explicou o secretário da Agricultura e Pesca, Osvaldo Uncini, o projeto serve de modelo para que outros tomem como referência e sejam praticados nos terrenos das comunidades. No passado já houve iniciativas iguais. Este inaugurado reflete a importância de pequenas ações, que poderão ter efeito intensificador e se tornarem grandiosas. O próximo espaço a ser contemplado será no bairro Gethal, e outro junto à Associação Serrana dos Deficientes Físicos (ASDF). “A ação é executada com o olhar voltado para as pessoas dos bairros, visando ‘fazer’ uma cidade cada vez melhor. O Município ajuda na montagem e depois a comunidade dá continuidade na manutenção”, ressaltou Uncini.Na horta modelo do Vila Esperança estão plantadas várias espécies, entre elas alface, almeirão, rúcula, beterraba, repolho, couve manteiga, espinafre, além de temperos - cebolinha, salsa, alho poró - e chás: alecrim, cidró, sálvia etc.

Fotos: Carlos Alberto Becker

Desvio na SC-114, entre Lages e Otacílio Costa, inicia na próxima segunda-feira, dia 3

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Uma das fases cruciais de uma das maiores obras de infraestrutura da Serra Catarinense está com local, data e hora para iniciar. Na próxima segunda-feira, dia 3 de julho, às 8h, começam a valer as regras do desvio a ser aberto na SC-114, entre Lages e Otacílio Costa, devido às obras de reconstrução da rodovia em concreto armado. Os detalhes foram informados em entrevista coletiva à imprensa na tarde desta terça-feira, 27, na Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages.Dos 36 quilômetros, seis já estão concluídos. E para viabilizar a continuidade da obra, a ADR Lages, o Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), a Polícia Militar Rodoviária (PMRv) e o Consórcio SBS Dalba, executor dos trabalhos, decidiram interditar um trecho de 15,5 quilômetros da rodovia.Dois pontos de desvio serão abertos, ligando a localidade de Cadeados ao posto da PMRv, e vice-versa, pelo interior do município de Palmeira. A rota alternativa tem 17,6 quilômetros e é de chão batido. Para garantir a trafegabilidade, o Deinfra disponibilizará homens e máquinas para manter a conservação da estrada.Já para permitir a fiscalização e a segurança dos usuários da rodovia e trabalhadores das obras, a PMRv receberá reforço de policiais para manter uma viatura 24 horas por dia no canteiro de obras.

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Obra de alta tecnologia é pouco comum no Brasil

Com investimentos de R$ 78 milhões do Governo do Estado, os trabalhos são realizados ao longo de 36 quilômetros e devem ser concluídos até o fim de 2018. A nova rodovia caracteriza-se pela modernidade e por ser uma tecnologia pouco comum no Brasil.Em Santa Catarina, o pavimento é o mesmo utilizado em regiões montanhosas como a Serra do Rio do Rastro, em Lauro Müller, e o acesso ao Morro da Igreja, em Urubici. No Sul do país, destacam-se também como exemplos de rodovia em concreto armado a Linha Verde (BR-116), em Curitiba; e a Freeway (BR-101), em Porto Alegre.Na SC-114, o Governo do Estado optou pelo pavimento de concreto, em vez do tradicional asfalto, pelo fato de a durabilidade ser cinco vezes maior (até 50 anos), uma vez que, dos 3,6 mil veículos que trafegam por dia na rodovia, 40% são de transportes de cargas pesadas.

Atenção aos horários e restrições

Das 8h às 18h, o desvio será obrigatório para todos os carros, motos e veículos de até três eixos, como ônibus e caminhões trucados. Neste horário, será proibido o tráfego de caminhões articulados. Das 18h às 8h, quando não haverá obras, o trânsito seguirá pela própria rodovia em sistema de pare e siga para a primeira categoria de veículos, com até três eixos. Já os articulados deverão utilizar o desvio, mas somente neste horário.Os ônibus que conduzem os estudantes universitários de Otacílio Costa e Palmeira até Lages no período noturno terão prioridade e não precisarão pegar o desvio. Os veículos (13 ao todo) serão concentrados às 18h no posto da Polícia Rodoviária e serão escoltados por uma viatura até cruzarem o próximo ponto de bloqueio para o sistema pare e siga, na entrada de Cadeados. Assim, não haverá mais problemas de atraso dos alunos nas universidades.A mesma medida deverá ser adotada também com os quatro ônibus que transportam os funcionários da Klabin Papéis, que já planejou o recebimento de grande parte da sua matéria-prima em Otacílio Costa pela BR-470, evitando ao máximo utilizar o trecho em obras e, consequentemente, o desvio obrigatório.

Rádio Clube de Lages 98,3 FM conquista Prêmio Empresa Cidadã ADVB/SC

Emissora foi reconhecida por seu trabalho em prol da comunidade 
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A Rádio Clube de Lages 98,3 FM foi anunciada como uma das empresas vencedoras do Prêmio Empresa Cidadã ADVB/SC 2017, na categoria Participação Comunitária. A emissora foi premiada com o case Clube Comunidade, cujas ações beneficiaram cerca de 12 mil pessoas na Serra Catarinense. Em 2017 a Rádio Clube completa 70 anos de história e de compromisso com a comunidade. A emissora é líder na cidade de Lages, na preferência dos ouvintes.
 
 
Ao longo de sua trajetória, a emissora construiu uma forte ligação com a comunidade. Esse foi um legado de Carlos Joffre Amaral, fundador da rádio, que sempre teve a preocupação de utilizar a comunicação para promover a cidadania, a cultura e aproximar as pessoas. Foi na Rádio Clube de Lages, por exemplo, que surgiu em Santa Catarina a Campanha do Agasalho, afinal é na Serra catarinense onde o frio mais castiga a população de baixa renda. A Campanha do Agasalho criada pela Clube fez tanto sucesso que, ao longo dos anos, diversas outras instituições passaram a realizar a mesma campanha.
 
Com o falecimento do seu Joffre, seu filho Dr. Roberto Amaral, não só deu continuidade ao trabalho social da Rádio Clube, como instituiu a Fundação Carlos Joffre, para que estas ações fossem aprimoradas e buscando outras para a inclusão das pessoas na sociedade, como o Criança na Praça, que reuniu cerca de cinco mil pessoas em Lages e promoveu a distribuição de doces, a realização de atividades educativas, culturais e recreativas e shows com a Turminha do Animazoo, além de artistas locais. Todas essas ações contribuíram para que o projeto Clube Comunidade pudesse fazer a diferença na vida de milhares de pessoas e amenizasse o sofrimento daqueles que mais precisam.
 
Para Roberto Amaral, presidente do Grupo SCC, a conquista do Prêmio Empresa Cidadã demonstra a relevância do trabalho social realizado e promovido pela Rádio Clube. “As ações sociais realizadas hoje pela Rádio Clube tiveram início há décadas com o meu pai Carlos Joffre Amaral, fundador do Sistema Catarinense de Comunicações. A responsabilidade social está no nosso DNA, afinal nós entendemos que através da mobilização coletiva e do apoio a projetos e instituições sem fins lucrativos é possível amenizar as disparidades sociais, a carência de comunidades desassistidas e o sofrimento daqueles que buscam uma vida com mais dignidade”.
 
De acordo com Celeste Basquerote, diretor da Rádio Clube de Lages 98,3 FM, o Clube Comunidade é um projeto que visa o amparo social através de ações beneficentes, de conscientização e inclusão. “A história da Rádio Clube está diretamente relacionada com a história e o progresso da Região Serrana, portanto convergimos todos os nossos esforços no objetivo de fazer a diferença na vida das pessoas, promovendo a solidariedade e a busca pelo bem-estar social”.
 
Além da tradicional Campanha do Agasalho, realizada anualmente, a Rádio Clube realizou e apoiou, por meio do projeto Clube Comunidade, inúmeras ações beneficentes em prol da comunidade, como o programa de rádio Clube Comunidade que junto de órgãos públicos promove a realização de inúmeros serviços à população. Outra ação realizada pela Clube no programa Clube Comunidade foi a realização de centenas de cadastros de pessoas em situação de vulnerabilidade social para a entrega de itens como cestas básicas, enxovais para bebês, móveis, remédios, equipamentos ortopédicos, brinquedos, entre outros.

Reunidas está obrigada a garantir vagas gratuitas a pessoas com deficiência e idosos e a pagar R$ 5 mil a quem teve seus direitos negados

Empresa não cumpria integralmente legislação que garante duas vagas gratuitas para pessoas com deficiência e idosos em todas as linhas.
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O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) obteve decisão judicial para obrigar a Reunidas Transportes Coletivos a ofertar as duas passagens gratuitas a pessoas com deficiência e a idosos em todos os trechos das linhas que opera. Caso não cumpra a sentença, a empresa fica sujeita a multa de R$ 20 mil por ocorrência, além do dever de indenizar em R$ 5 mil quem tiver o direito negado. A decisão é válida para todo o Estado de Santa Catarina.

A ação foi ajuizada pela 13ª Promotoria de Justiça da Comarca de Chapecó, com atuação na área da Cidadania e Direitos Humanos, após apurar em inquérito civil que a empresa não cumpria a legislação que garante as passagens gratuitas a pessoas com deficiência e idosos com renda inferior a dois salários-mínimos, direitos estabelecidos no Estatuto da pessoa com Deficiência e no Estatuto de Idoso.

Na ação, o Promotor de Justiça Eduardo Sens dos Santos sustenta que a empresa orientava seus funcionários a ofertar a gratuidade a no máximo dois passageiros com deficiência por linha, independente do trecho utilizado. Assim, se dois passageiros com passagem gratuita viessem de um determinado município até Chapecó, no trecho seguinte do trajeto não era mais ofertada a gratuidade, mesmo com o ônibus vazio.

O Promotor de Justiça relata, ainda, que identificou a maquiagem dos manifestos de viagem - a relação dos passageiros de cada percurso - utilizados pela empresa para justificar a negativa da passagem gratuita a uma pessoa com deficiência. No caso, a Reunidas apresentou um manifesto identificando outra pessoa beneficiada na linha desejada, o que impossibilitaria a concessão de nova gratuidade. Porém, o Ministério Público investigou e verificou que tal pessoa não havia viajado naquela data.

Diante dos fatos apresentados pelo Ministério Público, foi inicialmente concedida pelo Poder Judiciário, em novembro de 2016, medida liminar determinando que a Reunidas cumprisse a legislação que determina a concessão de duas passagens pessoas com deficiência e a idosos em todas as linhas, independente do trecho utilizado, sob pena de multa de R$ 20 mil por ocorrência.

Na segunda-feira (19/6), a ação foi julgada parcialmente procedente pelo Juiz de Direito Selso de Oliveira, da Vara da Fazenda Pública da Comarca de Chapecó, confirmando a medida liminar e acrescentando na sentença o dever de indenizar em R$ 5 mil quem tiver o direito negado injustificadamente. A decisão é passível de recurso.

Para o promotor de Justiça Eduardo Sens dos Santos, a decisão "representa importante correção do procedimento da empresa à legalidade: não é razoável que se interprete de forma restritiva um direito fundamental como o de transporte de pessoas com deficiência; e fere o senso de razoabilidade supor que, numa linha de 700 km, conceder a gratuidade em um trecho de meros 50 km possa ser considerado cumprimento adequado da lei". Ainda para o promotor, "agiu muito bem o juiz na sentença, fixando multa severa, em proteção dos idosos e pessoas com deficiência". (ACP n. 0900392-56.2016.8.24.0018)

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