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O First Lego League (FLL) é uma competição que propõe a jovens desafios no mundo da ciência e Tecnologia. O evento ocorre nos dias 24 e 25 de novembro, em Joinville, com a participação de 30 equipes.

DSC1074 No torneio de robótica First Lego League, jovens de 9 a 16 anos usam a imaginação e a criatividade para investigar problemas e buscar soluções inovadoras que contribuam para um mundo melhor. Isso tudo de forma divertida e colaborativa por meio de robôs feitos inteiramente de peças de Lego e programados com a tecnologia Lego Mindstorms EV3.Há cerca de dois meses, a RobôBaio, formado por seis participantes, o técnico mentor,  uma interlocutora e dois apoios, treina firme para a competição marcada para os dias 24 e 25 de novembro, em Joinville, no Norte do estado. Esta é a primeira vez que uma equipe lageana integra o evento.No Brasil, o Serviço Social da Indústria (Sesi) é o promotor da organização das etapas regionais e nacional. A iniciativa fortalece a capacidade de inovação, criatividade e raciocínio lógico, inspirando jovens a seguir carreira nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia, artes e matemática. Os competidores são desafiados a investigar problemas e buscar soluções inovadoras para situações da vida real e a programar robôs autônomos para cumprir as missões.

DSC1029Os desafios

Neste ano, a temática dos trabalhos é a hidrodinâmica . A interlocutora da equipe e supervisora de educação do Sesi, Kelin Cristini Feuldaus, explica que além de cumprir as missões propostas pela FFL, com o robô autônomo e programado pela equipe, os jovens precisam praticar os Core Values, os valores da FLL, que tratam do trabalho em equipe, cooperação, compartilhamento de saberes, ajuda mútua, valores estes, com total aderência ao propósito do Sesi,  que é melhorar a vida das pessoas.No projeto de pesquisa os jovens lageanos escolheram abordar a preservação dos lençóis freáticos. Eles estão montando uma maquete para simular como esse problema pode ser resolvido.Durante o torneio, os juízes podem questionar qualquer um dos integrantes sobre o design do robô, o projeto de pesquisa e como exercitaram os valores e regras de ouro do FLL, se houve cooperação, ajuda mútua e respeito no desenvolvimento das atividades. Isso tudo faz parte do Core Values, onde ajudar o outro é a base do trabalho em equipe. “No dia do torneio não poderemos interferir. Os alunos têm autonomia para resolver tudo isso da forma que acreditam que devem”, reforça Kelin.

Cooperar para competir

O torneio prega essa filosofia de cooperação e os integrantes compreenderam bem a proposta de que descobrir, dividir experiência e ao mesmo tempo se divertir enquanto melhoram o mundo é mais importante. “Ganhar conhecimento é melhor que ganhar competição”, destaca Artur Coelho, de 14 anos.

Texto e fotos: Catarinas Comunicação