//Roubo de gado: uma solução que vai além do bate boca

Roubo de gado: uma solução que vai além do bate boca

Não é de hoje que o crime de abigeato vem ocorrendo na Região Serrana. É bem possível que até as crianças das escolas têm conhecimento desse fato. O ruim de tudo isso é que, tanto alguns segmentos da imprensa como entidades de classe somente voltaram seus olhos para a grave situação neste momento. Ou seja, é como diz o velho ditado: “brasileiro só fecha a janela, depois da tempestade”.  Até dias atrás, só pensavam em festa. Depois que passou o evento  arrumaram um assunto para chamar atenção. E a imprensa entrou na onda. Saibam, no entanto que, não é de hoje que NOTÍCIA NO ATO  vem alertando, tanto autoridades policiais como também o próprio homem do campo. Se até hoje não tomaram providências, espera-se que, daqui para a gente, todos se  unam em torno de um só objetivo: coibir de vez o roubo de gado (Abigeato). Entretanto, que isso ocorra depois de realizado um planejamento  criterioso. Que  a criação de uma instituição de segurança  específica tenha de fato e de direito condições para concretizar tal propósito. É preciso, como início de tratativas, reunir autoridades policiais e financeiras do Governo do Estado e resolverem dois problemas cruciais: recursos financeiros para execução do projeto, e o mais importante que alguém se responsabilize pela infra estrutura de uma unidade de segura como, querem a criação de uma Delegacia Rural. Saibam que, não adianta apenas construir um espaço físico. É preciso pessoal especializado, tanto administrativo como efetivo, tanto de policiais militares como civis. Sabe-se que as duas corporações que têm as missões de proporcionar segurança à sociedade estão com seus efetivos reduzidos. Sem condições de prestar um atendimento convincente. A PM de Lages nem viaturas em boas condições de uso existem disponíveis. Graças à criatividade e competência profissional dos praças e oficiais do 6º BPM a segurança ainda existe. Portanto, se a DELEGACIA RURAL já existisse seria, fatalmente um Elefante Branco,como se diz no linguajar popular. Vejam que, nem sempre o “blá blá blá”, sem fundamento resolve definitivamente. É preciso coerência e responsabilidade.

Foto :Divulgação