//Prefeito esclarece os fatos sobre o Vale Alimentação

Prefeito esclarece os fatos sobre o Vale Alimentação

Correia Pinto-A respeito de uma publicação veiculada num órgão de imprensa de Lages na terça-feira, 10/09, acusando o prefeito de Correia Pinto Celso Rogério, de querer eliminar o Vale Alimentação concedido aos servidores da Câmara de Vereadores através de um decreto. Ao tomar conhecimento da dita publicação, o prefeito de Correia Pinto disse que, “É uma informação mentirosa. O Vale Alimentação dos servidores municipais do Executivo é de R$ 200,00. Nesse ano, por Decreto regulamentamos a Lei, estendendo esse benefício a todos os servidores, mesmo em Licença Média. O que não sancionamos, mais foi promulgada pelo Presidente da Câmara, foi o aumento para R$ 475,00 aos servidores da Câmara, que só fazem meio  expediente”, frisou o prefeito Celso Rogério.

Diante da informação prestada pelo prefeito de Correia Pinto, chega-se à conclusão de que a informação divulgada num veículo de comunicação de Lages não merece crédito, até porque, deixaram a ética de lado para fazer sensacionalismo, já que o chefe do Executivo de Correia Pinto não foi sequer ouvido a respeito. Notícia no Ato que tem por princípio respeitar o direito de todos, buscou, em primeira mão, a verdade sobre o Vale Alimentação,  cuja informação foi prestada pelo próprio prefeito, o qual chamou a publicação de “mentirosa’.  Por outro lado, em conversação mantida com o chefe do Executivo de Correia Pinto, o mesmo frisou que, há um crise econômica que assola o País  como um todo, cujos reflexos atingem estados e municípios. ”Até gostaríamos de  conceder o Vale Alimentação aos servidores do Poder Legislativo. Entretanto, é de bom alvitre lembrar que, se assim procedessemos estaria onerando a própria situação financeira da Prefeitura de Correia Pinto, a qual poderia encontrar dificuldades para liberar recursos visando pagar o aumento do Vale Alimentação que foi promulgada pelo Presidente da Câmara. Temos compromissos a cumprir com a população do nosso município. Seria uma afronta colocar em risco os recursos financeiros da própria Prefeitura Municipal”, observou Celso Rogério.