//Procompi ajuda pequena empresa do setor têxtil a ser mais competitiva

Procompi ajuda pequena empresa do setor têxtil a ser mais competitiva

Com o auxílio do programa, a KF Confecções teve melhorias de 25% de produtividade em alguns processos e redução de 15% nos custos. Isso a coloca entre as empresas participantes do Procompi com melhores desempenhos em Santa Catarina.

Há pouco mais de um ano participando do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi), a KF Confecções, empresa que fica em Bom Retiro, na Serra Catarinense, comemora os resultados. Ela é uma das mais de 20 do setor têxtil da região que aderiram a essa proposta da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de estímulo à cooperação entre as empresas, à organização do setor e ao desenvolvimento empresarial e territorial.Com uma atuação de quatro anos, a empresa emprega 23 funcionários e atende clientes das cidades de Gravatal, Gaspar e Jaraguá. Eles recebem as peças cortadas, as montam, costuram e devolvem prontas para serem comercializadas. A produção chega a 40 mil peças por mês com melhorias de mais de 25% no processo produtivo e diminuição em 15% nos custos.As consultorias ajudaram na mudança de disposição do maquinário e formação de células de produção, por exemplo. Houve uma readequação na distribuição de produção e a otimização da mão de obra. “Tivemos uma redução dos custos e maior fluxo de caixa. Isso nos ajuda a aumentar a produção, ser mais competitivos e gerar empregos”, destaca o empresário Dilnei Ribeiro Ramos. Para ele, a chegada do Procompi, apresentado pelo Sinditextil, foi a salvação da empresa. “Não tínhamos um crescimento estável. Hoje, essa condição é muito clara. As coisas mudaram, e para melhor”.  Além dos encontros teóricos, o Instituto Euvaldo Lodi e o Sebrae disponibilizam consultorias especializadas em gestão, finanças, melhoria de desempenho individual, marketing e outros temas.  “Vimos que estamos no caminho certo e não queremos parar”, conclui.

O depoimento de Dilnei Ribeiro Ramos pode acessado:

https://www.youtube.com/watch?v=bI2YyLzCsiM&t=4s