//Universo fabuloso da Casa da Mamãe Noel estende horário para você presentear quem ama

Universo fabuloso da Casa da Mamãe Noel estende horário para você presentear quem ama

Mamãe Noel espera visitantes e turistas na loja com balinhas e sorrisos

Os dias e noites vão se afunilando e o Natal está cada vez mais perto. Os ponteiros do relógio parecem andar acelerados e os dias dão a impressão de estarem bem mais curtos. Todo final de ano é a mesma coisa: as pessoas correm desenfreadas no vai e vem pelas calçadas para resolver todas as pendências antes de desligar o ritmo e ter o merecido descanso ao lado da família e amigos. O Natal está batendo à porta e a Casa da Mamãe Noel, uma requintada e elegante loja no coração do centro da cidade, abre suas portas diariamente, agora com período de atendimento ampliado para propiciar mais tempo e comodidade aos clientes que buscam agradar e surpreender os amados. Até o dia 23 de dezembro (domingo), antevéspera de Natal, das 10h às 22h, ininterruptamente.

Ao público estão disponíveis mais de mil artigos, desde preços mais acessíveis até peças mais elaboradas a valores um pouco mais elevados, na loja situada na rua Correia Pinto, ao lado das lojas Havan. A Casa está aberta desde o dia 1º de dezembro e expõe o trabalho sutil e delicado das mãos de artesãos de Lages.

E tem mimo e agrado para todos os gostos: pai, mãe, irmão, filho, tio, avô, madrinha, sobrinho, afilhado, esposo, namorado, paquera. Nove grupos de artesanato preparam cada peça exclusiva manualmente e organizam as prateleiras e expositores com capricho, detalhismo e o charme e minúcia típicos das artes manuais, um verdadeiro vitrinismo de primor e refino. Arte Terapia, Associação Tramatusa de Artesanato, Cia do Vime (Gilmar de Liz Rosa), Lúcia Artes, Ciranda Artes, Criart’s, Chico’s Couro, Associação Lageana de Artesanato e Luz e Vida, com engajamento de aproximadamente 50 participantes.

O valor arrecadado por cada instituição serve para agregar renda às artesãs e artesãos, um pé de meia para o final de ano e férias destes artistas. As matérias-primas valorizam a riqueza regional, como fitatusa, vime, lã, algodão, madeira, couro, pinhão, além de vidro, PVC, EVA, feltro, e técnicas como costura, crochê, tricô, bordado, biscuit, patchwork, pintura, pirografia e aplicação de pérolas e flores. Para quem gosta das tentações gastronômicas do Natal, doce é o que não falta, as tradicionais bolachas pintadas, biscoitos caseiros do tempo da vovó, geleias de frutas, doce de gila e souvernirs de Lages e Serra.

Os artistas da terra

Ana Lúcia Arruda Cunha é uma das artesãs da Associação Tramatusa, da qual fazem parte 19 mulheres, entidade que utiliza como matéria-prima a fitatusa, elemento residual de descarte da indústria de papel e celulose. A produção com volume e enfoque no Natal começou lá em setembro.

No espaço reservado à Tramatusa, organização preocupada com o meio ambiente a partir do aproveitamento do material sustentável, um de seus diferenciais, é possível admirar, pesquisar e adquirir itens a R$ 3, a exemplo de modelos de chaveiro, além de cestas, fruteiras, ninhos que representam o aconchego da casa da gralha azul, estes a R$ 30, garrafas de vinho de enfeite a R$ 15 e R$ 20, bem como pratos, gamelas, floreiras, bala-cupim, despraiado, serviços americanos e guirlandas a valores diversificados. Para quem pode e quer gastar mais, há produtos de R$ 100, como tapetes e jogos de patchwork em outros estandes. “Com a liberação da segunda parcela do 13º salário, nossa projeção é de que as vendas aumentem. A localização da loja é muito boa e a fachada está linda, chama a atenção de todas as pessoas, ainda mais com este fluxo intenso agora a cinco dias do Natal. Nós mesmas saímos e fazemos o chamamento dos consumidores na rua, é divertido. Estamos de braços abertos para receber todos com felicidade e ótimas opções de lembranças decorativas e funcionais”, justifica a artesã da Tramatusa, Ana Lúcia.

O grupo Tramas e Manhas possui três artesãs e se juntou a outras quatro do Ciranda para se tornarem ainda mais fortes na Casa da Mamãe Noel. O Tramas e Manhas oferece artigos de maxi crochê, maxi tricô, em tear, fios de algodão e de malha. Maxi colares, bolsas, cestos organizadores de plantas mini-sucululentas, organizadores de escritório, porta-cervejas, porta-panetones e guirlandas (estas a R$ 69) são alguns dos produtos encontrados na loja. “Nós somos três ex-professoras que decidiram se unir e montar o grupo há um ano, presentes na Feirinha de Artesanato da Joca Neves mensalmente”, salienta Marizilda Heinzen Coelho.

Nos dias de folga, o policial militar Sérgio Silveira Straubel ajuda a esposa, a artesã Lúcia Mara Straubel, que produziu as mais de 100 peças à venda na Casa da Mamãe Noel. Conforme as saídas, Lúcia faz a reposição para atender a demanda.

São aromatizantes de ambientes, vidros decorados, porta-joias, vasos de flores artificiais ornamentais, capas para cadernos e cadernetas de vacinas personalizadas, chinelos, letras e nomes de MDF, entre tantas outras opções.

Os presentes partem de R$ 5 (chaveiros de tecido em forma de letras) e bonecas de pano ao valor de R$ 80 a R$ 100. De preços intermediários têm as guirlandas, de R$ 45 a R$ 50, as líderes de vendas. Sérgio calcula que os artesanatos elevam a renda da família com R$ 800 em 15 dias de comercialização. “Ela fica em casa na confecção e eu nas vendas”, comenta Sérgio, pai de dois filhos, de 17 e três anos de idade.

A Arte Terapia oferece toalhas e panos decorativos natalinos a R$ 20; a Ciranda tem bonecas de pano e ovelhas artesanais a R$ 44; Chico’s Couro tem cantil revestido de couro com estampa de time de futebol a R$ 30, e a Luz e Vida tem presentes de R$ 20 a R$ 100, como bonecas de tecido temáticas: Sereias, bruxas e santas. A Casa da Mamãe Noel foi especialmente preparado pela prefeitura de Lages, através da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Turismo e Fundação Cultural de Lages (FCL), em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Informações sobre peças e preços podem ser consultadas no Facebook e Instagram da Fundação Cultural de Lages.

Texto e fotos: Daniele Mendes de Melo