//O DIREITO DE RESPOSTA QUE NÃO FOI CONCLUÍDO

O DIREITO DE RESPOSTA QUE NÃO FOI CONCLUÍDO

Até parece um bumerangue. Vai e volta. Há quem diz que, o que está acontecendo parece muito com uma briguinha política. É bem possível que não seja ainda o capítulo final dessa novela que hoje apresentou algumas cenas imperdíveis: O que se sabe é que, o prefeito de Lages pediu à Rádio Clube o direito de resposta com a finalidade de esclarecer sobre dois comentários divulgados por um repórter da emissora, assim como uma cena desagradável levada a efeito por um repórter, o qual invadiu o Gabinete do Chefe do Poder Executivo Municipal com uma bicicleta desmontada. As outras questões cobradas pelo prefeito são: comentários na base da gozação em relação à publicidade oficial do município; e, além disso prefeito teceu comentários a divulgação da Lista de Óbitos, onde estava relacionada uma pessoa morta e uma viva.

As cenas

Sobre a Propagando Oficial do Município o repórter negou que tenha feito deboche. Dizem que admitiu no transcorrer da pendenga. A partir daí, os ânimo se acirraram ainda mais. E, por sua vez o repórter da emissora local disse que a entrevista estava encerrada e pediu ao sonoplasta para desligar o microfone do prefeito. E assim acabou o espetáculo, sem o fim que a plateia esperava. Certamente virão outros “direitos de respostas” pela frente. A menos que o repórter, a partir de hoje, ao tomar conhecimento de um fato, que faça a gentileza de checar a sua veracidade.  Pelo menos  assim, vexames como esses serão evitados. E o vereador, “pivô” de toda essa desagradável situação, tome as devidas precauções para que no futuro  não haja essa polêmica barata, mesquinha e rasteira. Aliás, o que não se sabe até hoje, é por qual motivo houve vazamento no Inquérito da CPI da Saúde . O vereador foi precipitado ao sair por aí em busca de veículos da imprensa para publicar a coincidência dos nomes das pessoas. Uma  morta e a outra viva. O edil foi antiético, e até merece ser apurado como aconteceu o vazamento do erro levando a essa infernal situação. Ninguém deseja as desavenças do prefeito com o repórter. O povo quer apenas a verdade, dentro do direito e das razões legais. Muito menos este veículo que apenas cumpre com a sua missão de bem informar.