//Vigilância Epidemiológica inicia matriciamento nas Unidades Básicas de Saúde

Vigilância Epidemiológica inicia matriciamento nas Unidades Básicas de Saúde

O objetivo é identificar as fragilidades do sistema e otimizar o fluxo dos atendimentos

A Vigilância Epidemiológica iniciou na tarde desta segunda-feira (31), um trabalho de matriciamento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. Trata-se de um suporte que será oferecido por uma equipe multiprofissional com o objetivo de qualificar as ações que dizem respeito às práticas de atenção, bem como aos mecanismos de promoção da saúde. “Queremos identificar as necessidades e fragilidades no sistema e também otimizar nossos recursos, a fim de evitar desperdícios e melhorar o atendimento ao cidadão”, explica a diretora da Vigilância Epidemiológica de Lages, Sumaya Pucci.

Além da diretora da Vigilância Epidemiológica, integram a equipe responsável pelo matriciamento, a coordenadora do programa municipal de DST/HIV/AIDS, Kelly Cavani Cardoso; coordenadora do IST/HIV/AIDS da Regional de Saúde, Joana Israel Romagna; coordenadora do DANTS, Daianne Barboza; coordenadora de Imunização, Juliana Barbosa, e o técnico do Sistema de Informação do Município, Alex Westarp.

Nas visitas às Unidades, que ocorrerão ao longo do mês de agosto, a equipe de matriciamento verificará as condições de armazenamento e manejo dos testes rápidos, controle de estoque de vacinas, estrutura física e temperatura das geladeiras das salas de vacinas, entre outras ações. A primeira inspeção aconteceu na Unidade do bairro Santa Helena, que possui três equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF) e atende cerca de 12 mil moradores. “Também elaboramos um fluxograma de atendimento para que, independente do profissional que esteja atuando, ele saiba fazer o encaminhamento correto do paciente. Isso evitará que o cidadão precise fazer algum deslocamento desnecessário. Queremos com isso, também, que os casos diagnosticados sejam notificados e tratados diretamente na Unidade, que é o local mais próximo do paciente”, destaca Sumaya.

Fotos: Marcelo Pakinha