Encerramento realizado no Teatro Marajoara comemora primeiro ano de projeto Lages Melhor e estabelece novas metas para a Fundação Cultural de Lages

 Lançado em maio deste ano o projeto fecha o ano com mais de 500 alunos de diversas idades aprendendo e desenvolvendo arte em suas comunidades

 

O Projeto Lages Melhor tem como objetivo descentralizar alguns cursos de artes, levando-os para comunidades afastadas do centro da cidade de forma gratuita e com orientação de profissionais qualificados nas áreas de dança e música. Em Lages são cinco núcleos, Guarujá, Habitação, Santa Mônica, São Paulo e São Francisco (estes dividindo cursos) e Vila Maria. As modalidades oferecidas são o balé clássico, canto coral, street dance e violão.Lançado em maio deste ano pelo Prefeito Antonio Ceron, o Lages Melhor fecha 2017 com mais de 500 alunos de diversas idades aprendendo e desenvolvendo arte em suas comunidades. Para encerrar as atividades do ano, a Escola de Artes da Fundação Cultural organizou duas noites de apresentações com os grupos de todos os cursos dos bairros onde o Lages Melhor atua. Na quarta-feira (13 de dezembro) e na quinta-feira (14 de dezembro), o Teatro Municipal Marajoara lotou com a presença de familiares, moradores e representantes das associações de moradores das seis comunidades envolvidas. Foram cerca de 50 apresentações de música e dança, todas coordenadas pelos instrutores Amanda Atanásio Salomon, Anderson da Costa, Diane Carolini Araujo, Dominique Nataly de Souza, Ederson de Souza Soares, Evelin Capistrano Querino, Heloiza Helena Rodrigues Da Silva, João Romário Finardi, Kelvin Roger da Silva Souza, Marcelo Bernhard, Maria Eduarda Rafaeli, Philipe Farias e Rodrigo José De Oliveira.

O diretor da Escola de Artes Elionir Camargo Martins, Salésio Padilha, diz que a premissa do Lages Melhor é a inclusão social nas artes e cultura através da descentralização. “Primeiro cuidamos do acesso, depois, com os ensaios e aulas é que vamos avaliar questões técnicas. Por exemplo, o balé clássico tem como prioridade a passagem de conhecimento para crianças já a partir dos quatro anos, e com isso envolvemos mais as famílias nas suas comunidades, gerando a qualidade de vida que queremos pra cidade,” comenta.

O superintendente da FCL, Giba Ronconi, também cita a importância do Lages Melhor não só como ação cultural, mas com as parcerias das associações de moradores, o Lages Melhor se caracteriza como extensão comunitária. ”Se o Lages Melhor não tivesse o resultado esperado, o pedido de outras comunidades pela presença do projeto não seria tão notória. Já recebemos inúmeros pedidos para que haja mais núcleos na cidade. Nosso objetivo a partir de agora é estabelecermos mais parcerias para que o projeto cresça ainda mais e atinja seu objetivo principal que é a melhoria da qualidade de vida das pessoas através das artes e cultura,” opina.

Fotos Fabrício Furtado

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