Comissão declaradamente anti governista vai analisar impeachment

Se depender das conclusões dos nove parlamentares que integram a Comissão que vai analisar impeachment do Governador Moisés e sua vice Daniela Reinehr, não haverá dificuldade para definir a situação, a qual deverá acontecer no Plenário da Assembleia Legislativa no dia 16 de setembro. Pelo que se percebe há uma vontade incontida dos deputados  antigovernistas para ver o governador e sua vice pelas costas. Ou seja, caso essa situação for verdade, é um pré julgamento, o que não é uma atitude democrática de um parlamento. E, para que ficasse demonstrado a total imparcialidade deveria ser a comissão integrada por parlamentares de várias alas com imparcialidade que, juntos analisariam o pedido apresentado pelo defensor público Ralf Zimmer com tramitação aceita pelo presidente da Alesc, Júlio Garcia (PSD). Claro que, não vai haver rejeição, pois uma comissão composta de cinco nomes declaradamente oposicionistas, já sabem de antemão qual será o veredicto. O afastamento do governador e da sua vice, precisa de 27 votos em plenário para ser consumado, Caso seja definido pelo impeachment do Governador e sua vice, deverá assumir o comando do Estado o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Júlio Garcia. Uma outra comissão de cinco deputado e cinco desembargadores do Tribunal de Justiça terão 180 dias para julgar se o governador e sua vice perdem definitivamente os cargos.

Líder do governo, Paulinha (PDT) tentou e não conseguiu integrar a comissão do impeachment (Foto: Fábio Queiroz, Agência AL/Divulgação)

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