//A que ponto chega a audácia do indivíduo

A que ponto chega a audácia do indivíduo

Na vida normal de um convívio social, nem sempre tudo são flores; há os espinhos, principalmente em se tratando de vizinhanças. Há casos que já foram até aos extremos.  Como também há  aqueles que até parecem piadas. Ultimamente aconteceu um caso de vizinho inconfiável, lá pras bandas do bairro Tributo. Para ser correto na localização, vamos dizer que o fato se deu entre a Unidade de Saúde daquele bairro e um vizinho dessa instituição pública.  O vizinho, resolveu fazer um “gato” no Hidrômetro do Posto de Saúde, desviando a água para sua residência. Diante disso, o fornecimento do líquido precioso à Unidade Pública de Saúde, ficou fraquinho, fraquinho, como alguém desvalido que está precisando de um fortificante para ficar mais fortinho um pouco. Em assim foram passando os dias, e a água do Posto de Saúde cada vez mais fraquinha, quase parando, o  que levou os funcionários a fazer uma reclamação à Semasa.  Prontamente os ” homem da água” foram verificar o que estava passando com a água do Posto de Saúde do bairro Tributo. Lá chegando, constataram que a água, realmente estava, fraquinha, fraquinha, fraquinha, quase parando. De cara já perceberam a existência de um “gato” executado pelo vizinho da Unidade de Saúde Municipal. Tanto que na grama estavam os vestígios da maldade alheia, ou seja, do vizinho, frio e calculista. Para não ficar enchendo lingüiça com o toucinho alheio, o fato é que nada aconteceu, Ou melhor, apenas o “gato” foi desfeito, e tudo ficou como era antes.

“Gato” na água: dano ao patrimônio público

Deixando de lado, a questão  cômica do acontecido, o certo é que isso é crime. Tanto o diretor do Posto de Saúde como a Semasa, se quisessem poderia até chamar a Polícia para tomar ciência do fato. Dizem que não foi flagrante. Como não foi se o “gato” existiu e o autor da falcatrua sabia quem tinha cometido, pois foi um dano  ao patrimônio público, além de outros agravantes.  Resolvido o problema  do “gato”, a água voltou a ter o fluxo de sempre. Enquanto o vizinho foi quem ficou sem poder matar a sede. Terá  que pagar seu débito para a Semasa, para somente depois ter a sua água  religada. Mais uma vez ficou comprovado que, as coisas mal feitas e escondidas, cedo ou tarde serão descobertas. Esse foi o “pulo do Gato” que não deu certo.