//Vídeo viraliza na Internet comprometendo instituição policial

Vídeo viraliza na Internet comprometendo instituição policial

Um vídeo que está viralizando na Internet mostra um policial civil no pátio  da antiga sede da Delegacia Regional mantendo relação sexual em plena luz do dia. É, no mínimo um fato comprometedor por diversos aspectos. Primeiro, a falta de respeito e dignidade do agente policial em praticar sexo naquele local,  transformando-o num Motel à luz do dia, como se lá fosse um local abandonado. E mesmo que fosse, não é o lugar apropriado. Quanto à outra pessoa, do sexo feminino, a qual se prontificou “fazer amor” no pátio de uma instituição da Polícia Civil, também o seu comportamento é duvidoso e indigno. Esse local, é  hoje onde estão implantados a Delegacia da Mulher e do Adolescente e também o 1º Distrito Policial. A dita cuja, não foi identificada, porém, nem precisa, o vídeo mostra quem ela é. Sabe-se que o cidadão, é um policial civil, casado. Com certeza já foi ou deverá ser advertido pelos seus superiores, e quem sabe, chamado a atenção em casa, pela esposa, é claro! É bem possível, que, a partir de agora os dois “tarados”, deverão escolher um local onde, pelo menos, não estejam sendo vigiados. E, principalmente, não fazer do pátio de uma instituição policial um motel a céu aberto, dando maus exemplos num  local onde deve ser preservado o respeito e dignidade.

Pelo que chegou a conhecimento da reportagem, o vídeo que agora está viralizando na Internet já tem algum tempo que foi filmado. Não importa, é como diz o velho ditado: “a ordem dos fatores não altera o produto”. Ou seja, o fato existiu. Também não importa se antes tinha placa ou não. Será que um policial não sabia que estava dentro de uma sede de uma instituição de segurança pública? Ele tem que dar explicações sim: a sociedade quer saber!

Também a Delegada Regional de Polícia de Lages, Dra. Luciana Rodermel, ao tomar conhecimento da ocorrência já determinou que providências sejam tomadas com a finalidade de esclarecer à sociedade o que realmente aconteceu. Não importa a data da ocorrência. A titular da Regional de Polícia exige transparência e quer esclarecimentos.