Juiz aposentado compulsoriamente é pré candidato

Segundo comenta-se nos meios da política eleitoreira, o juiz aposentado compulsoriamente Fernando Cordioli Garcia pode ser em breve um pré candidato a deputado federal. Ele, ainda não está filiado a nenhum partido, e com certeza deve estar esperando por um convite. Sobre a sua possível candidatura foi veiculado extenso comentário na Coluna de Eron J. Silva no Jornal O momento, última edição.De acordo com o que foi noticiado, O juiz aposentado quer, como parlamentar, caso se candidate e se eleja, ser um legítimo representante da sociedade catarinense na Câmara dos Deputados em Brasília, já que vai dispor de tempo e condições para a realização das suas metas. O desejo do magistrado aposentado é, como parlamentar, moralizar o Congresso Nacional para que atenda a sociedade e avance no aprimoramento do exercício do mandato, a começar deixando de “estar apenas a serviço do EXECUTIVO. Deputados e Senadores não podem agir como funcionários do Presidente da República”, observou Fernando Cordiolli.

Fiscal das obras

Segundo o que foi publicado do colunista, o magistrado aposentado emitiu várias opiniões, inclusive, uma delas é a seguinte: “alguns parlamentares a serem eleitos na próxima eleição irão sair com o respaldo suficiente para começar a fazer algo novo, diferente. Um parlamentar pode participar da mecânica legislativa, mas também se notabilizar por ser uma espécie de fiscal das obras e ações do Executivo.  Também pode cobrar explicações para a morosidade tradicional reinante na vida pública”, explicou o magistrado aposentado.

O mandato de um parlamentar

Ainda de acordo com as publicações de Eron J. Silva, o possível pré candidato Fernando Cordiolli, tem a sua visão e o conceito sobre o mandato de um parlamentar. “O parlamentar não deve ter a presunção da propriedade do mandato. Ele é apenas o ocupante de uma função temporária em nome do povo. O parlamentar deve abandonar um pouco a redoma dos gabinetes, plenários e palácio. Não será mais admissível que um parlamentar saia nomeando parentes, amigos e eventuais financiadores de campanhas. Para indicar assessores, teria de observar critérios técnicos, currículos, notório conhecimento, antiguidade na função e observar a moralidade, a transparência e banir por completo o maléfico tráfico de influência” concluiu a entrevista concedida a Eron J. Silva, aqui reproduzida por Notícia no Ato.

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