Algumas ADR’s chegam ao final. Demorou! Antes tarde do que nunca.

Criadas no Governo de Luiz Henrique da Silveira, MDB, resistiram  à gestão de Raimundo Colombo, PSD, o qual ainda prefeito de Lages, já dizia que eram “Cabides de emprego”. Entretanto, no seu mandato elas permaneceram gerando em prego ou não, continuaram com a missão de nada acrescentar ao Governo. Agora, ao assumir o Governo, Eduardo Pinho Moreira, MDB, deu o primeiro passo para o final das ADR’s. Não extinguiu todas. Apenas as de Itapiranga, Dionísio Cerqueira, Palmitos,  Quilombo, Seara, Caçador, Ituporanga, Taió, Ibirama, Timbó, Brusque, Braço do Norte, São Joaquim e Laguna. Também foram extintas pelo Governo do MDB, as secretarias executivas de Articulação Estadual, Supervisão de Recursos Desvinculados (Fundo Social), Assuntos Internacionais e Assuntos Estratégicos. Com certeza, esse enxugamento promovido pelo Governo Emedebista, muito vai representar na economia do Estado. Não se divulgou quantos funcionários foram demitidos e qual o montante mensal que vai representar nos gastos do Estado. É uma medida acertada, que, lamentavelmente já devia ter sido tomada a mais tempo; porém, somente agora que numa decisão do próprio partido que as criaram também foram extintas. Na verdade, nenhuma ADR deveria existir. Sua utilidade é, praticamente pífia, como dizia Colombo, um verdadeiro “Cabide de emprego”. Ainda, infelizmente, algumas permanecem na estrutura do Governo Catarinense. Como a de Lages, por exemplo, a qual, diga-se de passagem, ninguém sabe o motivo da sua permanência. Deveria também ser extinta, como também a de Curitibanos que ainda insiste em ser  “Cabides de Emprego”.

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